Sobre o uso de galego na rúa

Semella que hai trece anos na visión que tiña a xuventude do galego non o incluía como ferramenta para situarse con vantaxe no mundo. Nos últimos anos a Lei Paz Andrade, mellorábel na súa configuración e aínda máis na súa implantación no ensino secundario, non tivo tempo nin recursos para mudar esta situación. Por iso nace a asociación DGAP, para divulgar que o galego é unha plataforma innegábel desde a que estudar portugués e así converter os cidadáns galegos en privilexiados comunicadores no ámbito da lusofonía e da hispanofonía a un tempo. Un recurso desaproveitado desde sempre debido a unha visión empobrecida do que a nosa cultura é.

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«FICHA DO DOCUMENTÁRIO NO AVG: http://culturagalega.gal/avg/producci…

SINOPSE (GALEGO RAG): En que idioma fala a mocidade e por que? Perduran os estereótipos? Existe conflito por culpa da lingua? Que lle falta ao galego para estar normalizado? Este documentario profundiza na cuestión sociolingüística a través da xente nova, da primeira xeración da historia que tivo o galego como lingua oficial, co convencemento de que as experiencias e opinións desta xeración son a chave para entendermos o estado actual da lingua e os retos para o futuro.

SINOPSE (GALEGO INTERNACIONAL): Em que idioma fala a mocidade e porquê? Perduram os estereótipos? Existe conflito por culpa da língua? Que lhe falta ao galego para estar normalizado? Este documentário profundiza na questom sociolinguística através da gente nova, da primeira geraçom da história que tivo o galego como língua oficial, com o convencimento de que as experiências e opiniões desta geraçom som a chave para entendermos o estado actual da língua e os retos para o futuro.»

Cf. Telegaliza

Valentim Fagim: “O salto do galego… ao finito e além”

Capa de ‘O Salto’ ©

«[…] Até certa idade, as crianças “conversam” essencialmente com a mãe e o pai mas logo que entram no infantário, outras personagens entram na cena de uma forma quase hegemónica, os seus iguais, os colegas de turma, da escola ou do parque.

Também é verdade que não todas as pessoas são obedientes e cada vez mais progenitores recorrem ao galego do sul e do outro lado do Atlântico para oferecer este lazer audiovisual às suas miúd@s. É um binormativismo popular que não precisa de elites a ecoá-lo, nasce da necessidade e da alegria. As mesmas famílias recorremos a um site maravilhoso como http://aliali.fabaloba.com/ com recursos criados na sua maior parte na Galiza como também pegamos nas dicas internacionais que sugere o site de Apego, http://apego.gal/outros-recursos/. E assim ganhamos tod@s.

Se o nosso foco, realmente, é que a língua da Galiza se transmita às novas gerações, já sabemos muitas cousas que não funcionam. Para mim a mais importante é estrangeirar outras variedades da nossa língua por terem o azar de se falarem fora da Espanha. A iniciativa de Apego incluindo canais brasileiros de desenhos animados deveria ser (se o nosso foco, realmente…), uma faísca de uma nova forma de fazer as cousas onde a ortografia e o sabor da língua seja secundário e a sua utilidade pessoal e social seja prioritário porque, na verdade, não temos muito tempo. A época do mononormativismo deve ficar atrás, polo bem de quase tod@s. 

Ao infinito e além, diz Buzz Lightyear, de Toy Story. Sejamos mais modestos e comecemos pola finitude dos nossos lares e do nosso dia a dia.»

Cf. Praza